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quarta-feira, 21 de julho de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Domingo de sol
Sempre é bom comemorar, mesmo sendo antecipado e faltando uma velinha,rsrsrsrs. Põe reparo nas carinhas dos meninos, hum chocolate nunca é demais.
O meu 1º de maio
Sábado para mim tem algumas atividades que são sagradas como o ir ao Pilates, ao supermercado e etc. e a locadora. E mesmo sendo feriado alguns desses compromissos foram cumpridos a rigor. e o melhor deles é passar na locadora e ver que o filme que você mais esperava chegou e comer o sorvete no sabor do seu bombom favorito, não tem preço, rsrsrsrs.

O mais legal é se sentir tocado pela história (mesmo sabendo que o livro é melhor), e com muita vontade de fazer a vida acontecer. Sinto uma chama acendendo.
As mudanças da vida
O mês de abril passou rápido demais, triste demais... Há alguns dias estou tentando colocar no "papel" os sentimentos vividos nesse momento tumultuado, inferno astral, sei lá, mas foi um abril de sorrisos e de lágrimas. Sorrisos dos reencontros com a família que a muito não se vê, da comemoração dos aniversários das pessoas que amamos. Mas quarta feira depois da páscoa, um primo querido partiu de maneira inesperada e brusca, resultado da falta de respeito no trânsito. Um choque para todos nós que jamais imaginamos viver. É difícil entender esses desígnios dos céus, do destino.
Duas semanas depois nossa gatinha mal humorada, a Kitty, dona do pedaço, também partiu para o céu dos gatinhos. Posso dizer que a tristeza que senti foi tão grande quanto a perda do meu primo. Nossa gatinha quando chegou em casa preencheu nossa rotina de alegria, uma bichinha espuleta, como disse meu marido. Ela juntamente com a Tica, nos esperava no portão, saía correndo quando escutava nosso carro se aproximando de casa, era uma graça ela ficando em pé e colocando sua patinha em cima da fechadura, como se isso fosse abrir a porta para ela entrar. Agora estou começando a aceitar sua ausência.
E agora no dia 29, uma tia do meu marido também partiu, mas essa partida foi um alívio para ela que a muito lutava contra um câncer, que aos poucos lhe tirava suas forças. Ficou a dor da saudade, do vazio, que me custa entender seus porques, da nossa fragilidade quanto as mudanças que precisamos passar para crescer.
Um turbilhão de sentimentos que a maioria das vezes acho que não vou aguentar, que vou desabar na próxima esquina. Sei que tudo isso passa, mas também sei que a dor se torna uma cicatriz, em aprendizado.
Já fui uma pessoa de fé fervorosa, mas quando tudo em que você acredita te responde de maneira contrária ao que se espera, o pensamento muda e daí eu comecei a viver e a esperar um dia de cada vez, buscando ter forças para superar os obstáculos.
Nas minhas buscas por respostas, peguei a Bíblia e abri no livro de Eclesiates 3:1-8, que fala sobre saber discernir os momentos. Debaixo do céu há momento para tudo, e tempo certo para cada coisa:
- tempo para nascer e tempo para morrer;
- tempo para plantar e tempo para arrancar a planta;
- tempo para matar e tempo para curar;
- tempo para destruir e tempo para construir;
- tempo para chorar e tempo para rir;
- tempo para gemer e tempo para bailar;
- tempo para atirar pedras e tempo para recolher pedras;
- tempo para abraçar e tempo para se separar;
- tempo para procurar e tempo para perder;
- tempo para guardar e tempo para jogar fora;
- tempo para rasgar e tempo para costurar;
- tempo para calar e tempo para falar;
- tempo para amar e tempo para odiar;
- tempo para guerra e tempo para a paz.
- tempo para plantar e tempo para arrancar a planta;
- tempo para matar e tempo para curar;
- tempo para destruir e tempo para construir;
- tempo para chorar e tempo para rir;
- tempo para gemer e tempo para bailar;
- tempo para atirar pedras e tempo para recolher pedras;
- tempo para abraçar e tempo para se separar;
- tempo para procurar e tempo para perder;
- tempo para guardar e tempo para jogar fora;
- tempo para rasgar e tempo para costurar;
- tempo para calar e tempo para falar;
- tempo para amar e tempo para odiar;
- tempo para guerra e tempo para a paz.
Assim eu continuo caminhando e esperando dias melhores...
quarta-feira, 3 de março de 2010
Um presente especialíssimo
Durante o ano passado estive afastada das minhas atividades habituais, foi um período complicado mas que estou vencendo e como minhas opções de passatempo foram se esgotando, resolvi dar uma chance para meu lado, digamos costureira, nunca fiz curso ou algo parecido, apenas cresci observando minha mãe costurar. Fazendo as roupas das suas freguesas, as nossas ou inventando alguma coisa.
Euzinha na verdade, até arriscava uma costura a mão ou suava para fazer algo com capricho usando suas máquinas (que diga-se, são industriais). A única máquina caseira que tinha em casa era da minha irmã do meio, que ficava com minha mãe para fazer costuras mais delicadas.
E num belo dia de dezembro, eis que resolvo fazer um papai noel. Comprei o feltro, pesquisei um molde na internet, fiz umas adaptações e costurei o boneco, usei a máquina da minha irmã (deixa eu contar bem baixinho: ela não sabe que usei a máquina dela, se soubesse ficaria com ciúmes).
Minha mãe vendo meu entusiasmo, resolveu me presentear com uma máquina Singer, simples, mas muito eficiente e forte, segundo ela. Olha que presente mais fofo, que eu ganhei, nunca imaginei que eu teria uma máquina de costura.
Como meu Noel já estava pronto, parti para a etapa das roupchitas dele, fiz sua roupa vermelha e seu gorro, mas, como sou diferente, dei férias para ele e o presentei com uma roupa muito confortável. Camiseta e bermuda. Claro que minha mãe instrui bastante, ajudou a cortar o tecido deu muitaaaasssss dicas. Agora vejam o meu presente e o meu Noel.
Euzinha na verdade, até arriscava uma costura a mão ou suava para fazer algo com capricho usando suas máquinas (que diga-se, são industriais). A única máquina caseira que tinha em casa era da minha irmã do meio, que ficava com minha mãe para fazer costuras mais delicadas.
E num belo dia de dezembro, eis que resolvo fazer um papai noel. Comprei o feltro, pesquisei um molde na internet, fiz umas adaptações e costurei o boneco, usei a máquina da minha irmã (deixa eu contar bem baixinho: ela não sabe que usei a máquina dela, se soubesse ficaria com ciúmes).
Minha mãe vendo meu entusiasmo, resolveu me presentear com uma máquina Singer, simples, mas muito eficiente e forte, segundo ela. Olha que presente mais fofo, que eu ganhei, nunca imaginei que eu teria uma máquina de costura.
Como meu Noel já estava pronto, parti para a etapa das roupchitas dele, fiz sua roupa vermelha e seu gorro, mas, como sou diferente, dei férias para ele e o presentei com uma roupa muito confortável. Camiseta e bermuda. Claro que minha mãe instrui bastante, ajudou a cortar o tecido deu muitaaaasssss dicas. Agora vejam o meu presente e o meu Noel.
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Sempre pode dar errado
Outro dia, lendo o blog Ana Sinhana, ela falava sobre os atrasos que enfrentava, mesmo se precavendo deles, das situações do dia a dia e eu me enxergava em todas elas. Hoje, quando eu e marido íamos para a fisio, por outro caminho menos tumultuado no fim da tarde, surpresaaaa, uma acidente entre um onibus e outro automóvel, que conseguiu fechar a passagem inteira do cruzamento. Quase que não cheguei no meu horário, por causa da imprudencia, desleixo ou sei lá, falta de memória momentânea dos individuos que guiavam seus possantes. E eu, muito menos vontade de dirigir.
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